Primeira obra cênica autoral brasileira integralmente falada em Yorùba, QUASEILHAS de Diego Pinheiro é uma experiência que se motiva na invenção de presenças performativas nos vazios da memória afro-diaspórica. O movimento se dá a partir das memórias familiares do artista Diego Pinheiro e de sua vivência em Alagados de Itapagipe. Através do oríkì, o autor troca a amnésia pela invenção da memória de sua família materna: descendentes de negras(os) ijesa, da cidade nigeriana de Iléṣà.

A obra teve a sua primeira temporada realizada em Salvador em abril de 2018, e posteriormente participou em agosto do mesmo ano do IC-Encontro de Artes, em setembro, do Festival Internacional de Teatro de Belo Horizonte (FIT BH). Em abril de 2019, promoveu uma segunda temporada (associada a ações de formação de plateia) no Mercado Iaô (Salvador – BA).

Além disso, após assistir QUASEILHAS, o renomado cineasta e artista da instalação afro-britânico Isaac Julien convidou Diego Pinheiro para dirigir uma das performances de seu filme sobre a arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi; e convidou a equipe de QUASEILHAS para residência artística na Atlantic Center for the Arts (Flórida-EUA), centro de artistas contemporâneos nas áreas de artes visuais, literárias e performáticas.

QUASEILHAS foi indicado ao PRÊMIO BRASKEM DE TEATRO 2018 nas categorias Direção e Especial (Direção Musical).

Links:

https://www.youtube.com/watch?v=0Qj0jATCrmk 

https://www.youtube.com/watch?v=lkCZlWU6YvE&t=64s

https://www.youtube.com/watch?v=RUMKOrNlHV8&t=3s

https://www.youtube.com/watch?v=QmXmjmrrpUg

https://www.youtube.com/watch?v=yeBLn2mLnNY&t=1s

https://www.youtube.com/watch?v=z_gAfSej0hM&t=29s