Solo da atriz, performer e pesquisadora Laís Machado que propõe um espaço de ritualização das obsessões políticas, existenciais e filosóficas da artista enquanto mulher negra, mesclando duas estruturas estéticas: o show e o rito. Obsessiva busca aglutinar potências femininas a partir da monstruosidade, conjurando a mágica de coisas passadas e presentes e propondo um espaço para extravasar performances do que é ser mulher e negra ontem e hoje. Acima de tudo, Obsessiva Dantesca é sobre política.

Performance cênico musical conta com a criação e atuação de Laís Machado, direção artística de Diego Pinheiro e direção musical de Andrea Martins. Em 2016, ano da sua estreia, o espetáculo foi convidado para integrar a programação do Festival Internacional de Artes Cênicas da Bahia – FIAC e do II Encontro Fronteiras Sa(n)grada.