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Sinopse:

De um livro escrito pela jornalista Daniela Arbex, publicado em 2013, vem o registro que desdobra os questionamentos que se manifestam no espetáculo baiano “HOLOCAUSTO BRASILEIRO – Prontuário da Razão Degenerada”, com dramaturgia e direção de Diego Araúja, em colaboração com Bárbara Pessoa, a obra teve temporada de estreia na Casa Preta (Dois de Julho, Salvador), no mês de outubro de 2019. A obra original reporta a história do Hospital Colônia de Barbacena, em Minas Gerais, o maior hospício do Brasil, onde milhares de pacientes foram internados à força, sem diagnóstico de doença mental, causando a morte de 60 mil pessoas entre 1903 e início dos anos 80. Este genocídio, no entanto, não é um caso isolado: o uso da saúde mental como argumento moral para a segregação e o impedimento da vida tem muitos rastros e se mantém cotidiano, abatendo-se principalmente sobre a população negra, que inclusive representava 70% dos internos de Barbacena. É com esta afro-perspectiva que a peça se propõe a analisar o manicômio e centros psiquiátricos, debatendo o adoecimento do sistema social, a loucura, o estigma e a psicofobia sob o viés intransigente do racismo. A análise se apoia na produção “O Diagnóstico Moral dos Pacientes Psiquiátricos”, de uma pensadora negra esquecida pela comunidade acadêmica, intelectual e política.

Ficha técnica:

  • Idealização: Gabriela Rocha
  • Texto e Direção: Diego Araúja
  • Assistente de Pesquisa e Colaboração Dramatúrgica: Bárbara Pessoa
  • Assistentes de Direção: Nina La Croix e Yuri Tripodi
  • Assistente de Direção (1ª fase): Clarissa Gonçalves
  • Elenco: Felipe Benevides, Helisleide Bomfim, Marcia Limma e Yuri Tripodi
  • Atrizes vídeo: Joana Angélica dos Santos e Sonia Ferreira
  • Preparada corporal: Cristiane Barreto
  • Concepção e instalação videográfica: Nina La Croix
  • Instalação cenográfica: Erick Saboya
  • Cenotécnico: Fred Alvin
  • Soluções em iluminação cênica e sonorização: BOGUM Ambiente Criativo
  • Desenho de luz: Luiz Guimarães
  • Assistente de iluminação: Tamires Almeida
  • Caracterização: Tina Melo
  • Costura: Saraí Reis
  • Trilha sonora: Ronei Jorge e Andrea Martins
  • Desenho de Som e Operação: Moisés Victorio
  • Registro Fotográfico: Shai Andrade
  • Identidade visual: TANTO (Daniel Sabóia, Fábio Steque e Patrícia Almeida)
  • Assessoria de imprensa: Marcatexto
  • Realização: Giro Planejamento Cultural
  • Assistente de produção: Sabrina Fiuza
  • Parceria: ÀRÀKÁ – Plataforma de Criação em Arte

 

Editais e Premiações: A obra foi contemplada no Fundo de Cultura do Estado da Bahia – Edital Setorial de Teatro 2016